EFEMÉRIDES DO CALANGO

Já viu esse aqui?

Mostrando postagens com marcador juiz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador juiz. Mostrar todas as postagens

21 fevereiro, 2017

A velhinha no julgamento...


Num julgamento, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada. Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:
- Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?- Claro que eu o conheço, Marcos! Eu o conheci bebê. Só chorava, e francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas.. Você acha que é influente e respeitado na Cidade, quando na  realidade você é apenas um coitado. Nem sabe que a filha esta grávida, e pelo que sei, nem ela sabe quem é o pai. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O  promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e diz à velhinha:
- E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
- O Robertinho? É Claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele, pois sempre que o pai dele saia, a mãe ia pra algum outro  compromisso. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e  ainda conseguiu perder quase todos os 4 processos em que atuou. Além de ser traído pela mulher com o mecânico!!!
Neste momento, o Juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
- Se algum de vocês perguntar a esta velha filha da puta se ela me conhece, vai sair desta sala preso... Fui claro???

13 abril, 2009

[piada] O julgamento da velhinha

Juiz : Qual sua idade ?

Velhinha: Tenho 86 anos .

Juiz : A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado ???

Velhinha: Claro , doutor . Eu estava sentada no balanço de minha varanda , num fim-de-tarde suave de outono , quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado .

Juiz : Você o conhecia?

Velhinha: Não , mas ele foi muito amigável ...

Juiz : O que aconteceu depois ?

Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso , ele começou a acariciar
minha coxa .

Juiz : A senhora o deteve?

Velhinha: Não .

Juiz : Por que não ?

Velhinha: Foi agradável . Ninguém nunca mais havia feito isto comigo
desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30 anos .

Juiz : O que aconteceu depois ?

Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido , ele começou a
acariciar meus seios .

Juiz : A senhora o deteve então ?

Velhinha: Mas claro que não , doutor ...

Juiz : Por que não ?

Velhinha: Porque , Meritíssimo , ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim há anos !

Juiz : O que aconteceu depois ?

Velhinha: Ora Sr. Juiz , o que poderia uma mulher de verdade , ardendo em chamas , já de noitinha , diante de um jovem ávido por amor ? Estávamos à sós , e abrindo as pernas suavemente , disse-lhe: Me possua, rapaz !

Juiz : E ele a possuiu?

Velhinha: Não . Ele gritou: 1º de abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll! Foi aí que eu dei um tiro no filho da puta!!


Se você chegou a esta postagem por mecanismos de busca, veja o resto do blog aqui!

25 março, 2009

[notícia] Juiz de Direito flamenguista dá nisso...

O juiz Claudio Ferreira Rodrigues, da Vara Cível de Campos dos Goytacazes (RJ), resolveu fazer piadas em uma ação em que o consumidor reclamou da TV com defeito comprada nas Casas Bahia. Primeiro, ele afirmou que nos dias de hoje o televisor é um bem essencial. Em seguida, fez uma pergunta em tom debochado: "sem ele, como o autor poderia assistir as gostosas do Big Brother, ou o Jornal Nacional, ou um jogo do Americano x Macaé, ou principalmente jogo do Flamengo, do qual o autor se declarou torcedor?".

O consumidor entrou na Justiça porque a loja demorou a trocar o produto com defeito. Ele pediu indenização por danos morais. O caso era comum: o juiz estipulou indenização de R$ 6 mil. No entanto, durante a audiência, que aconteceu na quarta-feira (28/1), Claudio Ferreira Rodrigues resolveu fazer gracinhas com a situação.

O juiz, que também torce para o Flamengo, ainda fez pouco caso dos outros times do Rio: "se o autor fosse torcedor do Fluminense ou do Vasco, não haveria a necessidade de haver televisor, já que para sofrer não se precisa de televisão".

Leia a sentença...




Processo 2008.014.010008-2

Foi aberta a audiência do processo acima referido na presença do Dr. CLÁUDIO FERREIRA RODRIGUES, Juiz de Direito.

Ao pregão responderam as partes assistidas por seus patronos. Proposta a conciliação, esta foi recusada. Pela parte ré foi oferecida contestação escrita, acrescida oralmente pelo advogado da Casas Bahia para arguir a preliminar de incompetência deste Juizado pela necessidade de prova pericial, cuja vista foi franqueada à parte contrária, que se reportou aos termos do pedido, alegando ser impertinente a citada preliminar.

Pelo MM. Dr. Juiz foi prolatada a seguinte sentença: Dispensado o relatório da forma do art. 38 da Lei 9.099/95, passo a decidir. Rejeito a preliminar de incompetência deste Juizado em razão de necessidade de prova pericial. Se quisessem, ambos os réus, na forma do art. 35 da Lei 9.099/95, fazer juntar à presente relação processual laudo do assistente técnico comprovando a inexistência do defeito ou fato exclusivo do consumidor.

Não o fizeram, agora somente a si próprias podem se imputar. Rejeito também a preliminar de ilegitimidade da ré Casas Bahia. Tão logo foi este fornecedor notificado do defeito, deveria o mesmo ter, na forma do art. 28, § 1º, da Lei 8078/90, ter solucionado o problema do consumidor. Registre-se que se discute no caso concreto a evolução do vício para fato do produto fornecido pelos réus. No mérito, por omissão da atividade instrutória dos fornecedores, não foi produzida nenhuma prova em sentido contrário ao alegado pelo autor-consumidor.

Na vida moderna, não há como negar que um aparelho televisor, presente na quase totalidade dos lares, é considerado bem essencial. Sem ele, como o autor poderia assistir as gostosas do Big Brother, ou o Jornal Nacional, ou um jogo do Americano x Macaé, ou principalmente jogo do Flamengo, do qual o autor se declarou torcedor? Se o autor fosse torcedor do Fluminense ou do Vasco, não haveria a necessidade de haver televisor, já que para sofrer não se precisa de televisão.

Este Juizado, com endosso do Conselho, tem entendido que, excedido prazo razoável para a entrega de produto adquirido no mercado de consumo, há lesão de sentimento. Considerando a extensão da lesão, a situação pessoal das partes neste conflito, a pujança econômica do réu, o cuidado de se afastar o enriquecimento sem causa e a decisão judicial que em nada repercute na esfera jurídica da entidade agressora, justo e lícito parece que os danos morais sejam compensados com a quantia de R$ 6.000,00.

Posto isto, na forma do art. 269, I, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE o pedido, resolvendo seu mérito, para condenar a empresa ré a pagar ao autor, pelos danos morais experimentados, a quantia de R$ 6.000,00 (seis mil reais), monetariamente corrigida a partir da publicação deste julgado e com juros moratórios a contar da data do evento danoso, tendo em vista a natureza absoluta do ilícito civil. Publicada e intimadas as partes em audiência.

Fonte: Conjur



Se você chegou a esta postagem por mecanismos de busca, veja o resto do blog aqui!

18 dezembro, 2008

[piada] Furto

Uma velhinha de 80 anos foi presa por estar roubando no supermercado. Quando foi levada à presença do Juiz, ele perguntou a ela:
- O que a senhora roubou ?
 E ela respondeu:
- Uma lata pequena de pêssegos.
O Juiz perguntou o motivo dela ter roubado a lata pequena de pêssegos e ela respondeu que estava com fome. O Juiz então perguntou à velha senhora quantos pêssegos tinha dentro da lata. Ela disse que tinha seis. Então, o Juiz proferiu a sentença:
- Eu vou prender a senhora por 6 dias.
Mas, antes que o Juiz pudese terminar,o velhinho, marido da velhinha, perguntou se poderia falar sobre o acontecido. O Juiz disse que sim e perguntou o que ele queria dizer. Aí, o marido da velhinha disse:
- Ela também roubou uma lata de ervilhas...

01 março, 2008

[notícia] "De bêbado não tem dono". E a Justiça confirma.

Mais uma vez, a dica é do amigo Shay. Pelo visto, o homem está interessado mesmo em fazer parte do Judiciário.

Esta notícia foi publicada no jornal O GLOBO! Vejam:

ORGIA NÃO TEM REGRA: NINGUÉM É DE NINGUÉM, por Carolina Brígido

BRASÍLIA - A sentença é insólita e inédita. O Tribunal de Justiça de Goiás decidiu que o homem que, por vontade própria, participar de uma sessão de sexo grupal e, em decorrência disso, for alvo de sexo passivo, não pode declarar-se vítima de crime de atentado violento ao pudor. O acórdão do TJ de Goiás, publicado no dia 6, é um puxão de orelhas no autor da ação que reclamava da conduta de um amigo. Luziano Costa da Silva acusou o amigo José Roberto de Oliveira de ter praticado contra ele “ato libidinoso diverso da conjunção carnal”. Silva alegou que, como estava bêbado, não pôde se defender. Por meio do Ministério Público, recorreu à Justiça. Mas o tribunal concluiu que não há crime, já que a suposta vítima teria concordado em fazer sexo grupal.

O acórdão dos desembargadores é categórico: “A prática de sexo grupal é ato que agride a moral e os bons costumes minimamente civilizados. Se o indivíduo, de forma voluntária e espontânea, participa de orgia promovida por amigos seus, não pode ao final do contubérnio dizer-se vítima de atentado violento ao pudor. Quem procura satisfazer a volúpia sua ou de outrem, aderindo ao desregramento de um bacanal, submete-se conscientemente a desempenhar o papel de sujeito ativo ou passivo, tal é a inexistência de moralidade e recto neste tipo de confraternização”.

Para o Tribunal de Justiça do estado, quem participa de sexo grupal já pode imaginar o que está por vir e não tem o direito de se indignar depois.”(…) não pode dizer-se vítima de atentado violento ao pudor aquele que ao final da orgia viu-se alvo passivo de ato sexual”, concluíram os desembargadores. Segundo o inquérito policial, no dia 11 de agosto de 2003, após ter embriagado Silva, Oliveira teria abusado sexualmente do amigo. Em seguida, teria levado o amigo e sua própria mulher, Ednair Alves de Assis, a uma construção no Parque Las Vegas, em Bela Vista de Goiás. Lá, teria obrigado a mulher e o amigo a tirar suas roupas e a manter relações sexuais, alegando que queria “fazer uma suruba”.

Em seguida, Oliveira teria mais uma vez se aproveitado da embriaguez do amigo e praticado sexo anal com ele. Oliveira foi absolvido por unanimidade pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás, que manteve a decisão da primeira instância. Segundo o relator do caso, desembargador Paulo Teles, as provas não foram suficientes para justificar uma condenação, pois limitaram-se a depoimentos de Silva e de sua mãe. Em seu depoimento, Ednair confirmou que Silva teria participado da orgia por livre e espontânea vontade. Para o magistrado, todos do grupo estavam de acordo com a prática, que definiu como desavergonhada. “A literatura profana que trata do assunto dá destaque especial ao despudor e desavergonhamento, porque durante a orgia consentida e protagonizada não se faz distinção de sexo, podendo cada partícipe ser sujeito ativo ou passivo durante o desempenho sexual entre parceiros e parceiras. Tudo de forma consentida e efusivamente festejada”, esclareceu o relator.

Vejam o box explicativo da matéria:

Apelação criminal, Atentado violento ao pudor, Sexo Grupal, Absolvição. Mantença. Ausência de dolo.

1. A prática de sexo grupal é ato que agride a moral e nos costumes minimamente civilizados;

2. Se o indivíduo, de forma voluntária e esspontânea, participa de orgia promovida por amigos seus, não se pode ao final do contubérnio dizer-se vítima de atentado violento ao pudor;

3. Quem procura satisfazer a volúpia sua ou de outrem, aderindo ao desregramento de um bacanal, submete-se conscientemente a desempenhar o papel de sujeito ativo ou passivo, tal é a inexistência de moralidade e recto neste tipo de confraternização;

4. Diante de um ato induvidosamente imoral, mas que não configura crime noticiado na denúncia, não pode dizer-se vítima de atendado violento ao pudor àquele que ao final da orgia viu-se alvo passivo do ato sexual;

5. Esse tipo de conchavo concupiscente, em razão de sua previsibilidade e consentimento prévio, afasta as figuras de dolo e da coação;

6. Absolvição mantida. Apelação ministerial improvida.

E fez-se jurisprudência!!!!!

13 fevereiro, 2007

[humor] Piadas que estavam perdidas no Outlook...

O árabe nos EUA

Um homem passeia tranquilamente por um parque em Nova York quando de repente vê um cachorro raivoso a ponto de atacar a uma aterrorizada menininha de 7 anos. Os curiosos olham de longe, mas - mortos de medo - não fazem nada. O homem não titubeia e se lança sobre o cachorro, toma-lhe a garganta e o mata.
Um policial que viu o ocorrido se aproxima, maravilhado, dizendo-lhe:
- Senhor, vossa senhoria é um herói. Amanhã todos poderão ler na primeira página do jornal: "Nova-yorkino salva a vida de uma menininha."
O homem responde:
- Obrigado, mas eu não sou de Nova York.
- Bom - diz o policial - Então dirão: "Um valente americano salva a vida de uma menininha."
- Mas é que eu não sou americano - insiste o homem.
- Bom, isso é o de menos... E de onde você é?
- Sou árabe - responde o valente.
No dia seguinte os jornais publicam: "Terrorista árabe massacra de maneira selvagem um cachorro americano de pura raça, em plena luz do dia e em frente de uma menininha de 7 anos que chorava aterrorizada."
________________________

A sogra e o emprego

A CIA resolveu recrutar um agente. Após uma série de seleções, entrevistas e testes, escolheram três candidatos: um Francês, um Inglês e um Brasileiro.
Para a prova final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola. Queremos ter a certeza de que vocês são capazes de seguir ordens, quaisquer que sejam as circunstâncias.
Então, dizem ao Francês:
- Atrás desta porta você vai encontrar a sua sogra sentada numa cadeira. Você terá que matá-la!
- Estão falando sério? Eu jamais mataria a minha sogra!!!
- Então você não serve, responde o agente.
Ao Inglês deram as mesmas instruções. Ele pegou a arma entrou na sala e após cinco minutos regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei mas não posso matar a minha sogra.
-Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue sua sogrinha e vá embora.
Chegou enfim a vez do Brasileiro. Deram-lhe as mesmas instruções. Então, ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro... a seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis quebrando, etc.... Após alguns minutos, silêncio total... Então a porta se abre lentamente e o Brasileiro sai todo suado e diz:
- Poderiam ter me avisado de que os tiros eram de festim!. Tive que matar a desgraçada a cadeirada!!!
________________________

A velhinha

Numa cidade do interior de Minas, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada. Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:
- Dona Genoveva, a senhora me conhece? Sabe quem sou eu e o que faço?
- Claro que eu o conheço, Vinícius! Eu o conheci bebê. Você só chorava, deveria ser pelo pintinho pequeninho que você tinha. E, francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade você é apenas um coitado. Nem sabe que a filha esta grávida, e pelo que sei, nem ela sabe quem é o pai. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo.Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:
- E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
- O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele, pois sempre que o pai dele saia, a mãe ia pra algum outro compromisso... E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou. Além de ser traído pela mulher com o mecânico... Com o mecânico!!!
Neste momento, o Juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
- Se algum de vocês perguntar a esta velha, filha da puta, se ela me conhece, vai sair desta sala preso! Fui claro?
________________________

Fiat 147: A lenda

Certo dia eu estava na estrada com meu 147 e, como era de se esperar, a jabiraca quebrou. Então encostei o Podrão no acostamento e fiquei esperando alguém passar. Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo a 170 km/h, passando por mim. Nisso, o cara do Porsche dá marcha à ré e volta até o FIAT. Ele se oferece para rebocar a porcaria do FIAT, e eu aceitei a ajuda, mas pedi para não correr muito, senão a jabiraca desmontava (óbvio). E combinei que piscaria o farol toda vez que o Porsche estivesse correndo demais. Então, o Porsche começou a rebocar a jabiraca, e toda vez que passava de 60 km/h eu fazia sinal com o farol (no singular mesmo), porque para variar um deles estava em curto e não funcionava. E o cara do Porsche ia puxando a batedeira a 60km/h no máximo, morrendo de tédio.
Então aparece um Mitsubishi 3000 GT, que intima o Porsche. Este não deixa barato e vai pro pau! 120, 130, 150, 190, 210, 240 km/h. Eu já tava desesperado, piscando o farol que nem um louco, e os dois alinhados... Os caras passam por um posto policial, mas nem vêem o radar, que registra impressionantes 240km/h. Então o policial avisa pelo rádio o próximo posto:
- Atenção! Atenção! um Porsche vermelho e um Mitsubishi preto disputando racha a mais de 240 km/h na estrada, e... pessoal... juro pela morte de minha mãe... Puta que o pariu! tem um FIAT 147 atrás deles, dando sinal de luz para ultrapassar!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Imprima o post!