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02 maio, 2015

As folhas caem durante o outono...


01 maio, 2015

A história do detector de mentiras e o criador da Mulher-Maravilha

Sociedades antigas já utilizavam métodos de detecção de mentiras, sendo o principal a tortura. Na Idade Média, usavam água fervendo para detectar mentirosos pois acreditavam que homens honestos iriam suportar mais do que mentirosos.Os primeiros dispositivos para detecção de mentiras de que se tem notícia incluem uma invenção de Cesare Lombroso, de 1895, usado para medir alterações na pressão arterial e um dispositivo de Vittorio Benussi usado para medir a respiração, em 1904. Podemos incluir também um projeto abandonado pelo americano William Marston (Sim! O criador da Mulher-Maravilha!), que usou a pressão arterial para examinar prisioneiros de guerra alemães. A máquina de Marston indicaria uma forte correlação positiva entre a pressão sistólica e o ato de mentir.
Marston, entre filhos e com suas duas esposas
Marston escreveu um segundo artigo sobre o conceito em 1915, ao terminar seus estudos de graduação. A principal inspiração de Marston para o dispositivo foi sua esposa, Elizabeth Holloway Marstonm também psicóloga. Segundo o filho de Marston com Elizabeth, foi ela quem sugeriu a ele que quando ela ficava com raiva ou excitada, sua pressão arterial parecia subir. A personagem de histórias em quadrinhos Mulher Maravilha, criada por William Marston carrega um laço mágico modelado sobre o pneumógrafo (monitor de respiração).
Vejam como a mangueira do pneumógrafo parece um laço enrolado.
Apesar das contribuições de seus antecessores, Marston denominou-se o "pai do polígrafo". Ele se tornou o principal defensor do dispositivo, fazendo lobby para a sua aplicação pelos tribunais. Em 1938, publicou um livro, "The Lie Detector Test", em que documentou a teoria e o uso do dispositivo. Em 1938, ele apareceu em publicidade da empresa Gillette alegando que o polígrafo mostrou que as lâminas de barbear Gillette foram melhores do que a concorrência.

Contudo, note-se que o detector de mentiras de Marston baseava-se apenas na pressão arterial, ao passo que o detector de mentiras moderno é chamado de polígrafo. Ou seja, não é um aparelho que registre apenas uma variável. Nesse sentido, o pai do detector de mentiras, como o conhecemos modernamente, é John Larson.

Enquanto Larson trabalhava no Departamento de Polícia de Berkeley, montou um instrumento portátil em 1921, o qual registrava as mudanças relativas à pressão sanguínea, os padrões do pulso e a respiração. John Larson realizou muitos testes do polígrafo entre 1921 e 1925. O uso do aparelho na aplicação da lei ocorreu pela primeira vez sob a tutela do renomado Chefe de Polícia August Vollmer.

Leonard Keeler agregou o galvanômetro ao polígrafo em 1936. Ele desenvolveu o rolo de papel gráfico, um melhor método de perguntas e incorporou o registrador de variações. Utilizando  novo mecanismo de impressão de tinta, redesenhou o seu polígrafo. Com os novos tambores e arreios foi capaz de reduzir o tamanho e o peso do instrumento e produzir um polígrafo portátil. Em 1938, Associated Research, Inc., de Chicago, construiu o primeiro polígrafo comercial para Leonard Keeler. Foi nomeado Instrumento Poligráfico Keeler.

Em 1967, a Companhia Stoelting de Chicago, começou a produção de polígrafos para competir com Associated Research. O Polyscribe foi o primeiro polígrafo eletrônico e foi introduzido no mercado em agosto de 1974. Este instrumento de 4 canais tinha amplificadores multifuncionais que permitiam o registro de pneumógrafo, cardio e galvanômetro ao ligar um interruptor no painel da cada canal. E depois de anos de investigação e ensaios, Stoelting lança o polígrafo digital em 1991. Este instrumento transmitia os gráficos de forma digital na tela do computador em vez de no papel.



Desenhando literalmente: Gavião Arqueiro


29 abril, 2015

Pintura corporal - Você consegue ver quantas pessoas em cada foto?






The Oceanmaker - curta animado belíssimo!

Quem nunca ouviu falar que a água é o petróleo do séc. XXI? Este ano, nosso país teve uma boa mostra do que significa falta de água.
Agora, imagine um futuro apocalíptico em que os oceanos secaram e que nuvens são os novos oásis disputados de forma bélica.
Esse é o cenário deste excelente e premiado curta de animação que nos traz uma reflexão sobre a importância da água. Afinal, muitas vezes o devido valor só é reconhecido após perdermos algo.

Vi no parceiro de longa data da Toca, o NewsErrado.

O Coringa nunca descansa...


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