EFEMÉRIDES DO CALANGO

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13 outubro, 2017

Monumento ao rato de laboratório

O monumento ao rato de laboratório é uma escultura de cerca de 70 cm, instalada sobre um pedestal de 2,5 m, localizada na cidade de Novosibirsk, na Sibéria, Rússia.
Encontra-se em frente ao Instituto de Citologia e Genética da Academia Ciências da Rússia e foi concluído em 1º de julho de 2013, coincidindo com os 120 anos de fundação da cidade.

De acordo com Nikolai Kolchanov, diretor do instituto, o monumento representa a gratidão da humanidade pelo animal que é utilizado em pesquisas genéticas, para entender mecanismos biológicos e fisiológicos, no desenvolvimento de novas drogas e na cura de doenças.

Fonte: Wikipédia

12 abril, 2015

Você consegue ser racista olhando nos olhos?

Uma agência de publicidade na Lituânia resolveu fazer um experimento social sobre racismo em razão dos muitos relatos de racismo que existem lá. 
Trata-se de uma “pegadinha” onde um negro (ator) estava numa sala de espera, aguardando sua vez para ser entrevistado. Logo em seguida, chegava outra pessoa para esperar junto com ele. Então, o rapaz negro pede para traduzir um texto (em lituano) que escreveram no perfil do face dele, pois ele estava há pouco tempo no país e não sabia a língua local. Como era um texto extremamente racista, a reação das pessoas é extremamente constrangedora.

24 abril, 2013

Quer flores bonitas? Toque Black Sabbath para elas!

Tocar músicas do Black Sabbath para as plantas ajuda elas a enfrentarem doenças e a gerarem flores mais bonitas, de acordo com Chris Beardshaw, especialista em jardinagem britânico.
Os resultados mostraram que músicas como as do Black Sabbath, mais pesadas, fazem muito bem às plantas, enquanto canções mais leves, como as de Cliff Richard, prejudicam os vegetais e podem até matá-los.
alstroemeriaA ideia ocorreu a Beardshaw quando um de seus alunos propôs que escrevessem um estudo sobre o efeito da música sobre as plantas --especificamente alstroemerias.
"Nós montamos quatro estufas com tipos diferentes de música para ver o que acontecia. Uma era silenciosa (essa era a estufa de controle), uma tinha música clássica, uma tinha Cliff Richard e a última tinha Black Sabbath", contou o jardineiro.
"As que 'ouviram' música clássica cresceram um pouco menos por causa das ondas de som que as bombardearam, e ficaram levemente mais floríferas e menos doentes. Já as que 'ouviram' Black Sabbath ficaram mais curtas, mas deram as melhores flores e tiveram a maior resistência às pestes e doenças (...) Na estufa do Cliff Richard, todas as plantas morreram. Suspeitamos de sabotagem, mas não podemos provar." 



Comentário do Calango: Hera Venenosa tem mais uma razão para gostar de Ozzy Osbourne! Entendedores entenderão. 

ozzy osbourne

11 maio, 2009

[piada] A experiência de biologia

Um professor, numa aula de biologia, colocou quatro lombrigas em quatro tubos de ensaio.

A primeira em álcool…

A segunda em fumo de cigarro…

A terceira em esperma…

A quarta em terra natural…

No dia seguinte o professor mostra o resultado aos alunos…

A primeira em álcool está: Morta!

A segunda em fumo de cigarro está: Morta!

A terceira em esperma está: Morta!

A quarta em terra natural está: Viva!

O professor comenta e pergunta à classe:

O que podemos aprender com esta experiência?

Imediatamente o Joãozinho responde:

Temos de: beber, fumar e transar para não termos lombrigas!!!


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04 fevereiro, 2009

[ciência] O que sua mãe fez na adolescência pode afetar sua vida (Não! Não estou falando de baseado!)

(Chicago) - Um novo estudo, realizado por pesquisadores do Centro Médico da Universidade Rush e da Escola de Medicina da Universidade Tufts, usando ratas, indica que a memória de uma criança e a severidade dos problemas de aprendizado podem ser afetadas pelo que sua mãe fez, durante a juventude.

As descobertas desse estudo serão publicadas na edição de 4 de fevereirio de The Journal of Neuroscience.

Pesquisadores de neurociência estudaram as funções cerebrais de ratas pré-adolescentes que tinham um defeito geneticamente criado na memória. Quando essas ratas jovens eram submetidas a um ambiente enriquecido — o que significa a exposição a objetos estimulantes, interação social estimulada e exercício voluntário por duas semanas — o defeito de memória, causado pela inibição da formação das proteínas Ras-GRF1 e Ras-GRF2, foi revertido.

Após poucos meses, as mesmas ratas foram fertilizadas e pariram crias que tinham a mesma mutação genética. No entanto, as crias não demonstravam indícios de um defeito na memória, embora as crias nunca tenham sido expostas a um ambiente enriquecido como suas mães.

Pesquisadores anteriores em modelos de ratos tinham mostrado que a exposição precoce a um ambiente enriquecido, durante a gravidez, também poderia afetar positivamente as crias.

"O que é único nesse estudo é que fornecemos um ambiente enriquecido durante a pré-adolescência, meses antes que as ratas ficassem prenhas, ainda assim o efeito alcançou a geração seguinte", declarou Dean Hartley, PhD, pesquisador de neurociência no Centro Médico da Universidade Rush e co-investigador no estudo. "As crias tinham uma memória melhor, mesmo sem um ambiente enriquecido".

"Nós conseguimos demonstrar que o enriquecimento do ambiente durante a juventude tem capacidades adicionais dramáticas", disse Hartley. "Ele pode melhorar a memória de futuras crias de ratas enriquecidas na juventude".

Afim de provar que a memória melhorada das crias não era o resultado de melhor alimentação pelas mães enriquecidas quando jovens, um grupo de crias foi criado por mão adotivas não-enriquecidas. Mesmo as crias criadas pelas mães não-enriquecidas mantiveram a memória melhorada.

"Este exemplo de 'herança de características adquiridas' foi proposto, pela primeira vez, por Jean- Baptiste Lamarck no início do século XIX. No entanto, é incompatível com a genética Mendeliana clássica, que estabelece que herdamos qualidades de nossos pais através de seqüências específicas de DNA  que eles herdaram de seus pais. Atualmente nos referimos a esse tipo de herança como epigenética, que envolve mudanças na estrutura do DNA e dos cromossomos nos quais reside o DNA que são transmitidos às crias, induzidas pelo ambiente", explica Larry Feig, PhD, professor de bioquímica da Escola de Medicina da Universidade Tufts.

Pesquisas anteriores mostraram que uma breve exposição a um ambiente enriquecido, tanto em ratos normais como em portadores de deficiência de memória, destrava um mecanismo de controle bioquímico, de outra forma latente, que estimula um processo celular em células nervosas chamado "potenciação de longo prazo (long-term potentiation = LTP). Acredita-se que a LTP esteja envolvida no aprendizado e na memória. Este melhoramento foi detectado em ratos pré-adolescentes, porém não em ratos adultos, o que reflete a maior plasticidade do cérebro dos jovens.

"Este é o primeiro estudo a demonstrar a herança de uma mudança em um sistema de sinalização que promove a LTP e a melhoria da formação da memória, e que defitos causados por uma mutação genética podem ser revertidos pelas condições a que a mãe é exposta durante sua juventude", declara Hartley.

O fenômeno descrito nesse estudo indica que o enriquecimento do ambiente da juventude afeta a LTP na geração seguinte. No entanto, o estudo mostra que o efeito não se repete em gerações subseqüentes porque o efeito do ambiente enriquecido se desgasta mais rapidamente nas crias.

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O Centro Médico da Universidade Rush é um centro médico acadêmico que engloba mais de 600 leitos assistidos (inclusive o Hospital para Crianças Rush), o Centro de Saúde Johnston R. Bowman e a Universidade Rush. A Universidade Rush, com mais de 1.730 estudantes, é uma das primeiras escolas de medicina do Meio-Oeste dos EUA e uma das melhores escolas de enfermagem do país. A Universidade Rush também oferece programas de pós-graduação em ciências de saúde associadas e nas ciências básicas. A Rush é famosa por reunir os cuidados clínicos com a pesquisa, de forma a estudar os grandes problemas de saúde, inclusive artrite e outras desordens ortopédicas, câncer, doenças cardíacas, doenças mentais, desordens neurológicas e doenças associadas com o envelhecimento.

Rush University Medical Center, traduzido por Chi vó non pó


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11 junho, 2007

[tecnologia] Eletricidade sem fio!

Em experimento, realizado por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e relatado na revista científica Science, lâmpada de 60W foi acesa a dois metros da fonte de energia.
Um futuro livre do emaranhado de fios e cabos necessários para ligar aparelhos eletrônicos parece estar mais próximo.
Cientistas americanos conseguiram transmitir com sucesso eletricidade entre dois aparelhos sem o uso de cabos ou fios.
Essa tecnologia, chamada de "WiTricity" em inglês (ou eletricidade sem fio, em tradução livre), se vale de elementos básicos da física e pode ser usada em outros aparelhos, como laptops.
A equipe de cientistas já havia desenvolvido uma teoria a respeito dessa tecnologia em 2006, mas esta foi a primeira vez que foram feitos experimentos.
O sistema funciona criando um campo magnético entre duas bobinas de cobre, uma na fonte de energia e outra no aparelho eletrônico (a lâmpada, no caso do experimento).
Segundo os pesquisadores, o sistema se utiliza do princípio da ressonância, que faz com que um objeto vibre com a energia de uma determinada freqüência.
Quando dois objetos têm a mesma ressonância eles trocam energia sem afetar os outros objetos ao redor.
No experimento, foi explorada a ressonância de ondas eletromagéticas de baixíssima freqüência.
A lâmpada foi acesa mesmo quando foram colocados objetos entre ela e a fonte de energia.
Os cientistas chegaram a se posicionar entre a fonte de energia e a lâmpada para provar que era seguro, apesa de ainda não se ter estudos sobre possíveis efeitos de longo prazo.

Fonte: Tecnocientista
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