EFEMÉRIDES DO CALANGO

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30 junho, 2009

[arte] Recortes (III)








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24 junho, 2009

[arte] Recortes (II)









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18 junho, 2009

[arte] Recortes (I)









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04 fevereiro, 2009

[tecnologia] Papel... de plástico reciclado?

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, conseguiram criar o que pode ser um grande passo para resolver um problema ambiental gigantesco. Uma folha de papel é resultado de um estudo que durou seis anos, é o chamado papel sintético, que usa o plástico como matéria-prima, em vez da celulose. 

A fabricação consome menos água e menos energia do que a do papel tradicional e praticamente qualquer embalagem plástica, jogada no lixo, pode ser aproveitada. Cerca de 850 quilos de plástico reciclado são necessários para produzir uma tonelada de papel sintético e, segundo os pesquisadores, a cada tonelada produzida, pelo menos 30 árvores deixam de ser cortadas.

O plástico é triturado e misturado a uma série de substâncias e vai para uma máquina, onde é submetido a altas temperaturas.Depois de derretido, é resfriado e novamente picotado. O processo termina em outro equipamento, que funde os grãos para produzir o papel sintético, que tem outras vantagens. "É resistente à água, resistente a intempéries em geral, ventos, raios ultravioleta", afirmou o pesquisador Cristiano de Santi.

O papel sintético comercializado atualmente é produzido com derivados de petróleo. "Existem várias patentes e produtos comercializados com matéria-prima virgem, mas não encontramos nenhuma patente ou papel sintético feito a partir de material plástico reciclado", diz Sati.

Os pesquisadores aguardam o interesse da indústria para que a novidade chegue ao consumidor. Mas essa pequena amostra foi levada a uma papelaria. "É bom para escrever, eu acho que vale a pena", disse uma mulher.

A ideia já foi testada em larga escala e patenteada. "Ele pode ser aplicado em outdoors, manuais, cartilhas, rótulos, etiquetas, livros", disse a coordenadora da pesquisa Sati Manrich.

Os testes na planta piloto, também chamada de escala semi-industrial, foram conduzidos por Lorenzo Giacomazzi, coordenador de tecnologia de processos da Vitopel, que tem a cotitularidade da patente. "O grande diferencial desse processo é fabricar um papel sintético com material totalmente reciclado", diz Giacomazzi.

Foram usadas várias composições e misturas de plásticos da classe das poliolefinas. "O aspecto final é o mesmo do produto feito a partir da resina virgem, com a vantagem que se aproveita o material que iria para o aterro sanitário ou lixões."

Fontes: Portal Amazônia e Agência FAPESP

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25 julho, 2008

[tecnologia] Transistor de papel!!!

Transístor de papel criado por cientistas portugueses - divulgação, Cenimat
O termo papel eletrônico foi cunhado para descrever componentes eletrônicos que se tornaram finos e flexíveis, lembrando as propriedades físicas do papel. Mas agora uma equipe de cientistas da Universidade Nova de Lisboa, em Portugal, inverteu os termos da equação e utilizou papel mesmo para criar transistores eletrônicos totalmente funcionais.

Coordenados pelos professores Elvira Fortunato e Rodrigo Martins, os pesquisadores portugueses utilizaram uma folha de papel comum como camada dielétrica para construir um transístor de efeito de campo (FET - Field Effect Transistor). O transístor com a camada intermediária de papel apresentou desempenho eletrônico comparável ao dos mais modernos transistores de filmes finos (TFT - Thin Film Transistors) que, em vez de papel, utilizam camadas isolantes de vidro ou silício cristalino.

Um transístor de papel não é uma mera curiosidade. Tem havido um interesse crescente entre pesquisadores do mundo todo na utilização de biopolímeros para baratear os custos dos componentes eletrônicos. E, como a celulose é o principal biopolímero encontrado na Terra, nada mais natural do que utilizá-la.

Outros grupos de pesquisadores já haviam relatado o uso de celulose como substrato – uma camada de suporte físico – na construção de componentes eletrônicos. Até agora, porém, ninguém havia conseguido utilizar o papel como "interestrato" – camada intermediário de isolamento – em um transístor.

Na verdade, os cientistas portugueses utilizaram o papel tanto como "interestrato" quanto como substrato, já que eles construíram os transistores dos dois lados da folha de papel.

Segundo os pesquisadores, o desempenho eletrônico do transístor de papel supera o desempenho dos TFTs de silício amorfo e é comparável ao dos TFTs de silício cristalino. A demonstração do funcionamento dos transistores de papel abre grandes perspectivas para o barateamento de aplicações como os próprios papéis eletrônicos - agora sim, feitos de papel mesmo, - além das etiquetas RFID e diversos tipos de bioaplicações, onde o circuito eletrônico poderá ser incorporado a dispositivos biomédicos.
Notícia via ClicRBS

24 novembro, 2007

[arte] Esculturas com papel colorido

Vi o assunto lá no Blog do Noel e achei muito interessante esse tipo de arte do Jen Stark. Ele combina técnicas de recorte em papel com justaposição de cores gerando efeitos que chegam quase a imitar fractais em algumas obras. Vejam:
Site do artista aqui!

15 agosto, 2007

[curiosidade] Motor de papel de funcionamento térmico

Baseado em um conceito inventado por Robert Sterling em 1816, este motor funciona utilizando o calor de uma xícara de café como combustível.
O mais facinante é que o pequeno motor é feito inteiramente de papel e por US$30 (EUA) você pode construí-lo com papelão duro conectado com minúsculos arames.
A imagem “http://tecnocientista.info/blog/wp-content/uploads/2007/08/paper_engine1.gif” contém erros e não pode ser exibida.
Como você pode ver na animação, seus dois pistões movem um virabrequim que gira a roda.
O mais estranho sobre este minúsculo motor é sua habilidade de trabalhar com líquidos frios também, porque é a diferença de temperatura que faz os pistões funcionarem. Depois que você dá o primeiro empurrão na roldana grande o motor continua rodando sozinho por uma hora ou mais.
Fonte: Tecnocientista
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