EFEMÉRIDES DO CALANGO

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15 agosto, 2008

[arte] Origamis de insetos

Este livro espanhol de origami é bastante interessante pela diversidade de insetos e outros animais de difícil execução que estão detalhados nos esquemas.

Você encontra desde sapos, animais recorrentes em livros de origamis, até esponjas marinhas!!!

Mas a maior parte da obra é dedicada mesmo aos insetos indicados no título: louva-deuses, escorpiões, aranhas, carrapatos, besouros...

O livro está arquivo RAR. Como o conteúdo desse arquivo é composto de imagens JPEG, sugiro que façam como eu: troquem o sufixo ".rar" para ".cbr" e visualizem o livro com o CDisplay.

Bem, vamos aos links:
Origami - Papiroinsectos - Manuel Sirgo.rar

17 junho, 2007

[informação] Links quebrados

O Odin verificou que havia um link quebrado numa postagem antiga e fez um comentário. Como recebo todos os comentários em meu e-mail, fiquei sabendo e refiz o link.
Assim, informo a todos os amigos que vejam links quebrados neste blog que deixem um comentário, pois irei resolver o problema.
Para o Odin: Tente acessar a postagem de novo - [origami] Insetos de origami

21 março, 2007

[tecnologia] Mosquito anti-malária

Mosquitos geneticamente modificados e com ameaçadores olhos verdes fluorescentes são o mais novo inimigo da malária. O inseto foi desenvolvido pelo brasileiro Marcelo Jacobs-Lorena em uma universidade americana. Ele não pode ser contaminado pelo parasita transmissor da doença e vence a competição com o mosquito comum, tomando seu lugar. A doença pode matar até 2,7 milhões de pessoas anualmente.
O colega de Jacobs na Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos, Jason Rasgon, afirma: “A manipulação genética jamais será a arma final que derrotará a malária. Ela é apenas uma em um grande arsenal que precisa ser usado conjuntamente contra essa doença. Não há uma bala de prata,” afirma.Os insetos desenvolvidos por Jacobs-Lorena e Rasgon possuem um “gene antimalária,” que age na sucção de sangue dos mosquitos, e intensos olhos verdes - que impedem que eles sejam confundidos com mosquitos comuns. “O gene bloqueia a passagem do parasita diretamente na sucção. Os insetos nunca são contaminados,” explica Rasgon.
Começando com um mesmo número de mosquitos transgênicos e não-transgênicos, eles descobriram que, após nove gerações, os insetos resistentes já eram 70% da população total. “Isso vai contra estudos anteriores que diziam que os insetos modificados seriam ‘mais fracos’ que os não-modificados”, diz o brasileiro.
Isso significa que, a longo prazo, teoricamente, eles poderiam substituir a população de mosquitos vulnerável ao parasita. “Isso é possível, mas ainda estamos muito longe de algo do tipo. Acabamos de mostrar que, conceitualmente, dá para fazer. Mas vai demorar antes de testarmos isso em campo aberto”, diz o pesquisador americano.Segundo Jacobs-Lorena, a modificação genética mostra “promessas consideráveis.” O próximo desafio, segundo ele, é desenvolver meios para introduzir esses genes antimalária nas populações livres na natureza. “Esses processos ainda não existem, mas nosso trabalho mostra que fazer isso vai ser mais fácil do que pensávamos”, diz o brasileiro.
Fonte: Tecnocientista
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