EFEMÉRIDES DO CALANGO
Já viu esse aqui?
25 janeiro, 2010
[humor] Depois de "Lula, o filho do Brasil"...
11 junho, 2009
[para pensar] Trabalhe duro para sustentar 11 milhões de famílias!
Se o objetivo final de Lula e do PT é criar um gigantesco curral eleitoral, eles estão sendo muito bem-sucedidos. Os "bolsistas" do famigerado programa Bolsa-Família estarão sempre dispostos a sufragar os candidatos que o governo recomendar. Mas se o que se pretende é emancipar as pessoas, então o Bolsa-Família está se revelando uma grande excrescência.Concordo em gênero, número e grau!
1) Não se está exigindo, na prática, nenhuma contrapartida dos beneficiários.
Benefício concedido sem reciprocidade é esmola. E esmola não cria cidadãos ativos. Cria, isso sim, mendigos.
2) Não se está fixando um prazo máximo para a concessão do benefício.
Benefício concedido para sempre não é uma ajuda, mas sim um privilégio. E privilégios não geram indivíduos independentes. Geram, quando muito, um massa disforme de parasitas.
3) O valor do benefício pago está-se revelando muito elevado.
Benefício com valor elevado não complementa o trabalho, mas o substitui. Não gera trabalhadores, mas desocupados. Em vez de pessoas ativas, uma multidão apática de ociosos.
Como é economicamente impossível pôr a totalidade dos brasileiros sob o guarda-chuva do Bolsa-Família - alguém tem de pagar a conta -, teremos no País, doravante, duas classes de cidadãos: a dos que sustentam e a dos que são sustentados pelo Bolsa-Família. Quanto a você, que está lendo este artigo, a recomendação do governo é a seguinte: "Trate de trabalhar duro! Além da sua família, há mais 11 milhões de famílias que dependem de você!"
03 maio, 2009
[para pensar] Vão mexer na sua poupança!
Vi no Blog da Santa:
O presidente disse estar muito preocupado com o que o PPS está falando na televisão sobre mudanças da poupança. Disse que o partido político teve atitude insana, mentirosa ao dizer que o governo brasileiro ia mexer na poupança. O povo brasileiro me conhece.
Ah, tá! Conhece sim, concordo. A população atenta conhece bem Lula e não engole os blefes do Cara. Pois, quem falou primeiro que a poupança sofreria CONFISCO não foi o partido político a que se referiu Lula como insano, e sim o próprio ministro da Fazenda quando afirmou que os que tivessem menos de 15.000 podiam ficar despreocupados, já que o CONFISCO de parte dos ganhos seria apenas para poupanças com mais de 15.000. Ou seja, a medida baterá bem na cabeça dos "remediados". E dos "póbri", juntos somam 95% dos poupadores. Rico investe em caderneta de poupança?. É muito cinismo do Cara querer meter a mão grande nas economias dos trabalhadores como fez o Collor; só que este devolveu o CONFISCO com juros e correção. Com o Lula o CONFISCO do ganho será para sempre. O cara precisa fazer caixa, não importa a que preço.
04 novembro, 2007
[download] A Revolução dos Bichos - link atualizado
Cliquem na imagem para baixar!

06 outubro, 2007
[para pensar] Propaganda governista em livros didáticos
Há mais o que falar? Sabidamente, um país que pretenda ser desenvolvido socialmente deve investir muito em EDUCAÇÃO. Mas usar um sistema educacional falido para doutrinar descaradamente crianças em uma ideologia política é algo que parece FACISMO!
História Projeto Araribá, da Editora Moderna, será o livro mais usado nas escolas públicas do País na disciplina a partir de 2008, ganhando o posto que era do polêmico Nova História Crítica até este ano. Mais de 5,6 milhões de exemplares foram comprados pelo Ministério da Educação (MEC) para turmas da 5ª à 8ª séries. Ao falar da história recente, informa que “o combate à fome é o principal objetivo do governo Lula” e que “uma habilidosa propaganda política” transformou Fernando Henrique no “pai do Real”. O livro é ilustrado com fotos, uma delas com um outdoor da campanha do Fome Zero. Há também uma reprodução de um cartão do Bolsa-Família. A Editora Moderna, que faz parte do grupo espanhol Santillana, foi a que mais vendeu livros ao governo no PNLD 2008. Também foi a campeã no programa do livro para escolas de ensino médio. O governo pagará à empresa um total de R$ 211 milhões. Procurada, a editora informou que não se manifestaria sobre o conteúdo dos livros.

